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O bullying e as cores


Embora a palavra em inglês “bullying” tenha uma aparição de apenas alguns anos, a ação já existe há muito tempo. Sempre existiu um agressor e um oprimido. O que muita gente não leva em conta, é que o dito, agressor, muitas vezes é o mais oprimido da história. Pois uma criança/adolescente que só consegue destaque entre os amigos por exaltar defeitos físicos de outro, ou colocar a força contra um mais fraco, só pode ter algum problema com o qual não consegue lidar. Nesse caso, cabe à escola fazer um acompanhamento com um profissional qualificado dos dois lados e auxiliá-los na superação. A pedagogia das cores oferece nesses casos um tratamento de dentro para fora realizado com as cores que os indivíduos necessitam naquele momento para a superação. É importante entender que precisamos de equilíbrio interior para desenvolver positivamente nossas ações exteriores. Volto a dizer: Eu estou bem, você está bem, todos ficam bem e o ambiente é harmônico. Em um ambiente harmônico e equilibrado não existe abertura para “bullying”. Devemos caminhar sempre em busca de um mundo melhor, menos agressivo e mais positivo: Cores certas.

Texto: Solange Depera Gelles

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